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SUPERVISÃO SISTÉMICA INSTITUCIONAL

Porque a saúde dos utentes começa sempre na saúde das equipas.

reuniao

 

Desde o seu início que a Associação Casa estrela do Mar tem tido como missão a articulação com diversas estruturas da comunidade que trabalham na área da saúde mental, da ação social e apoio familiar, da educação, entre outras, com vista a fortalecer a rede de possíveis respostas às necessidades das famílias e da comunidade.

Nesta articulação e consequente levantamento de necessidades constatámos o que é ainda hoje uma realidade preocupante: existe um apoio muito escasso às próprias equipas que trabalham nas instituições ao nível da formação e capacitação dos profissionais para lidar com desafios ao nível da saúde mental e relacional, quer na população com quem trabalham, quer nos próprios elementos das equipas.

Temos falado com escolas, associações de pais, centros de acolhimento de crianças e jovens em risco, centros terapêuticos, entre outros, e as queixas principais prendem-se essencialmente com:

  • Falta de ferramentas para lidar com perturbações do comportamento ou quadros de saúde mental graves das crianças e adolescentes;
  • Índice elevado de frustração dos profissionais na tentativa de resolução de problemas do quotidiano profissional;
  • Existência de conflitos dentro da própria equipa;
  • Problemas de saúde mental em elementos da equipa de profissionais;
  • Dificuldades na articulação com entidades externas, também envolvidas no acompanhamento social, educativo ou da saúde das crianças e jovens;
  • Sentimento de pouca cooperação das famílias no processo de acompanhamento da criança ou do adolescente institucionalizado;
  • Dificuldade em elaborar modelos de intervenção eficazes, coesos e satisfatórios quer para as populações de utentes/clientes, quer para o funcionamento das equipas.

 

A Casa Estrela do Mar criou assim um serviço de supervisão institucional sistémica, que foi desenhado para ajudar as equipas que trabalham neste tipo de contextos, com a intenção de ajudar a concretizar, sobretudo, os seguintes objetivos:

 

  1. Clarificação da missão e objetivos de cada instituição e o papel dos respetivos profissionais;
  2. Promoção de competências, positivas e criativas, relacionadas com o trabalho em equipa e gestão de conflitos;
  3. (Re)formulação do modelo de intervenção, promovendo a implementação de modelos terapêuticos aplicados e ajustados para as equipas técnicas, equipas educativas, auxiliares e funcionários, centrados no desenvolvimento de estratégias para lidar com o trauma, abuso, negligência ou violência que as crianças ou adolescentes tenham sofrido;
  4. Capacitação dos técnicos para a intervenção com as crianças, adolescentes e respetivas famílias, construindo em conjunto estratégias para transformar os contextos de risco em contextos de aprendizagem, potenciação de recursos e sedimentação de competências;
  5. Formação na área da saúde mental;
  6. Capacitação de estratégias para prevenir e lidar com problemáticas de saúde mental dentro das equipas e em contexto profissional.

 

Para solicitar este serviço basta escrever para geral@casaestreladomar.pt, solicitando uma reunião com o/a técnico/a de supervisão institucional, especificando a localização e os contactos.

Mais informamos que a segurança social disponibiliza um fundo de financiamento para a supervisão institucional, mediante pedido formal. Poderá aprofundar esta e outras quaisquer questões na reunião inicial com o técnico de supervisão.

Ajudamos a ajudar, na Casa Estrela do Mar.